• Giu Rodriguez

15 e 16 de Outubro de 2014 | Paris é um Amor!

No segundo dia decidimos fazer aquele tour clichezão do ônibus turístico. Eu sei, naada criativo, mas é uma ótima opção para visitar vários locais no mesmo dia sem ter que se preocupar com a locomoção.

Passamos pela Torre Eiffel, que sinceramente não sei dizer se fica mais bonita de dia ou de noite, mas nossa primeira parada foi para visitar o museu Rodin.

Acho que foi um dos meus lugares favoritos! Além de ser uma casa perfeita para fotografar, pois tem um jardim encantador, as obras desse artista me encantam desde quando eu tinha 7 anos, quando vi uma pela primeira vez em Buenos Aires.

Haviam diversos alunos de escolas de artes espalhados pelo museu. Alguns sentados nas enormes janelas, outros nos pés das esculturas, todos com suas pranchetas de desenho. Uma cena inspiradora e muito interessante. Ficamos imaginado se seriam trabalhos de faculdade...

Que delícia estudar arte em um país tão cheio de referências e acessos à conteúdos e relíquias históricas!




Mais tarde, passamos pelo Les Invalides. Foi quando minha mãe teve a "brilhante ideia " de entrar para tirar uma foto na porta, que por sinal, que porta linda! Mas acho que entramos em um local proibido ou estava fechado, porque logo veio um segurança e nos colocou pra fora. Até hoje eu não sei o real motivo (desvantagens de não saber falar francês fluentemente), mas eu me senti muito clandestina gente...


Mesmo pagando mico valeu a pena. Olha o tamanho desse lugar!

Já no dia 16, conhecemos a basílica de Sacré Cœur, onde quase fui assaltada por um artista de rua italiano. Ele pediu meu anel emprestado para fazer uma "magica", e em uma velocidade mais rápida do que a necessária para falar abracadabra, já estava a muitos passos de mim. Acho que se eu tivesse me distraído um pouquinho, estaria sem meu anel.

Para chegar a igreja, subimos diversos degraus. Foi bem cansativo, mas lá de cima pode-se ter uma vista panorâmica da cidade. Por isso as pessoas ficam sentadas na escadaria... a cidade é muito linda! Os edifícios parecem ter a mesma altura, proporcionando um "tapete" plano de quarteirões organizados que leva os nossos olhares até o horizonte.

O interior da Basílica é indescritível! Cada elemento arquitetônico é de tirar o fôlego.



Também foi dia de conhecer o tão esperado Museu do Louvre. Gente, é surreal! Diversos corredores com tantas obras magnificas e ricas em detalhes que, se você puder parar um segundo para observar melhor, consegue até imaginar sons. É humanamente impossível absorver 100% de tudo em apenas 1 dia, os corredores parecem infinitos, mas mesmo assim consegui definir a parte que eu mais gostei. A seção de relíquias egípcias sempre é uma das minhas favoritas, não sei por que...

O cansaço era tanto que, em uma das fotos com o quadro da Monalisa, eu consegui ficar mais feia que ela! (Desculpa aí, Gioconda!)



Saindo do museu, quando passamos pela catraca do metrô uma multidão de franceses vinham na direção contrária. Eles voltavam correndo e com expressões de irritação, fazendo sinais para todos retornarem. Minha mãe, que possui um poder "divino" de começar a entender o idioma local (DO N-A-D-A), conseguiu entender que haviam fechado a linha que iriamos pegar.

RESULTADO: Todas as alternativas de linhas de metrô que tentamos não nos levavam para a estação que queríamos! O vagão simplesmente não parava e quando parava, as portas não abriam! Ficamos literalmente rodando de um lado para o outro até que decidimos descer em outros lugares para passar o tempo. Foi bom porque acabamos conhecendo cantinhos incríveis e até uma livraria muito fofa!


Mais tarde, quando a linha turística foi reaberta, pudemos voltar a "programação normal", mas advinha... Nos deparamos com uma cena que provavelmente explica o motivo da linha ter sido bloqueada, alguns funcionários da limpeza tentando disfarçar o ocorrido. Eu como não enxergo de longe e não faço questão de usar o óculos o tempo todo, nem sempre sou a primeira a ver as coisas. Só sei que minha mãe com um olhar de "da uma olhada e segue o fluxo " falou: "Giu, acho que aquilo é uma poça de sangue..." (lembra o que eu falei sobre ameaças de ataques terroristas? Talvez nao tivesse nada a ver, mas que bate aquele desespero, oh se bate!)

AH! PARIS É UM AMOR, NÉ?

Quase esqueci de contar que em uma dessas idas e vindas de metrô, o vagão estava um pouco cheio e tive que rezar umas 30 Ave Marias, pois dividimos vagão com soldados do exercito e sim, um deles estava com a arma apontada para os meus pés.

Mas mesmo tendo armas envolvidas, não foi tão desesperador quanto dividir uma van com vários militares em Dallas (detalhe: nem era pra estarmos nessa cidade e nem nesse estado!), mas isso já é ooooutra história ( FOCO, Giullia! foco!).



Enfim, onde eu estava mesmo?


Ah, é! Saímos da estação e fomos rumo à beira do rio Sena, ufa! Um local um pouco mais "familiar".

Passamos na Pont des Arts, também conhecida como "ponte dos cadeados". Um lugar encantador! (Ué?! Não disse que Paris era um amor?!)

Diversas pessoas, de todo o mundo, deixam cadeados das mais diversas formas e cores para eternizar seus amores... pena que hoje isso não existe mais, pois tiveram que retirar por conta do peso.


Depois disso, voltamos para o hotel mais tranquilas (tudo bem que quando saímos da ponte, achamos que estávamos sendo perseguidas, mas da um desconto vai... foi um dia muuito louco!

No fim, eu e Mamis sempre damos boas risadas. Até hoje! Nada tira o nosso bom humor e é assim, com esses perrengues que nossas viagens se tornam mais que especiais <3


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Beijos da Giu




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