• Giu Rodriguez

14 de Outubro de 2014 | La vie en rose!

Atualizado: Jun 26

Ahh Paris! você deixa saudades... Cada canto dessa cidade tem seu encanto!




Fazia mais ou menos 1 semana que estávamos na Europa.

Há 4 dias atrás, eu estava na Espanha competindo com o meu grupo de Patinação Artística e tinha chego a hora de seguir viagem para conhecer mais um destino dos sonhos! Eu e a melhor companheira de viagem, minha mamis. E se você acha que esse foi o auge das nossas aventuras, espera para ver (ou melhor, ler) o que aprontaremos em 2016.


Assim que saímos do Aeroporto em nosso primeiro dia, fomos recebidas com uma limusine direto para as compras na Champs Eliseè. Não, é claro que não né? Mas é que provavelmente você está imaginando esse momento como um momento mágico, afinal, estamos em Paris! Eu estava nessa vibe mesmo, até a motorista do carro que pedimos por aplicativo dizer: " Olá! Bem vindas à Paris! ... Estamos sob ameaça de ataque terrorista, curtam o passeio!"

Ok, ela não foi tãão direta assim, mas foi exatamente como eu me senti. Tirando isso... ora, estamos em Paris, Uh La La!


Virando a esquina do nosso hotel, havia uma padaria (ou melhor, boulangerie - leia com sotaque) tão pequena que não havia lugares para sentar. A vitrine do balcão parecia um sonho! Bolos e doces maravilhosos e claro, os fofíssimos e tradicionais macarrons de todos os sabores que você nem conseguiria imaginar. Mas o que me fez querer comprar o café da manhã lá, todos os dias, foi o croissant mais gostoso que já comi em toda a minha vida. Ele cheirava à manteiga fresquinha e derretida, e o sabor era apaixonante! Tão macio e suave que derretia na boca sem o menor esforço.


Deixamos nossas coisas no hotel e fomos direto para a Champs Eliseè (agora é verdade).

Foi quando andei pela primeira vez de metrô! (chique né? só depois andei no metro de são paulo. Acho que por isso nunca me perdi (hum, falou a pessoa que depois de 6 meses pegando metro pra chegar na faculdade conseguiu descer na estação errada, mas ok).

Só quando ouvi a voz da "moça do metro" falando em francês (aquela voz que fala o nome das estações, sabe? - Bastille, Charles de Gaulle, ‍Château de Vincennes e por aí vai...) que caiu a ficha de que eu não estava mais na Espanha.

Subindo as escadas rolantes, ao encontro do nível do solo, me deparei com a paisagem mais linda até então. Fiquei tão em choque que quase caí me esquecendo do fim da escada. Era o arco do Triunfo e eu simplesmente não estava preparada, nem imaginava que estaria tão de cara com a saída da estação. Tenho certeza que fiquei parecendo uma idiota, mas registrei tão bem esse momento em minha memória que me lembro como se fosse ontem.


Não é lindo demais?

Ficamos bom tempo do dia por ali visitando as lojas e experimentando algumas delícias que olha, não é à toa que a França tem "nome" quando o assunto é gastronomia.

Agora me diz qual seria o ser humano que colocaria os pés em Paris e conseguiria dormir sem antes ver a encantadora Dama de Ferro? Já era noite, tínhamos entrado e saído do metrô tantas vezes que já nem sabíamos mais aonde estávamos. Nossa última parada do dia? Tour Eiffel! (ps. não esquece o sotaque)

Tínhamos um mapa desenhado a mão por uma querida amiga nossa, então meio que "sabíamos" como chegar lá. Pelo desenho a torre deveria estar bem próxima à saída do metrô, mas assim que subimos o último degrau, não vimos nada. Havia apenas um muro de reforma. Me lembro de ter ficado irritada, pois imaginei que teríamos que caminhar mais um tanto e meus pés já estavam gritando por socorro. Foi quando virei para minha mãe e quase gritei "Não tem torre nenhuma aqui!" e ela, apenas sorrindo disse: " Então vira para frente..."


Foi a segunda vez que fui pega de surpresa neste lugar!


E como valeu à pena ter chego lá apenas de noite. Não precisamos falar nada por um instante e na minha cabeça eu só conseguia ouvir:

" Hold me close and hold me fast

The magic spell you cast

This is la vie en rose "


(quem já assistiu o filme "Monte Carlo" deve saber do que estou falando, tipo aquela cena do Sacré Cœur)



As pessoas que estavam por ali pareciam tão felizes e tranquilas... haviam crianças correndo atras de bolhas de sabão, comerciantes que por mais que você dissesse "não, obrigada " queriam que você comprasse souvenirs da torre de todos os tamanhos possíveis! Claro que eu não sai dali sem comprar pelo menos uns chaveirinhos...


Já era tarde para os padrões europeus e nossa maior preocupação passou a ser se encontraríamos algum lugar para comer, pois estávamos morrendo de fome. A maioria dos comércios de alimentação estavam fechados.


Acabamos indo parar no pé da Torre Eiffel, onde encontramos uma lanchonete que vendia (advine o que! te dou 1 chance apenas!) Crepes! Não vou mentir não, já comi crepes melhores, mas a noite estava maravilhosa! Era outono e já fazia muito frio, mas estávamos aquecidas de tanta gratidão (e por conta do chocolate quente também haha). Foi assim, comendo crepes na beira do rio Sena que fechamos nossa primeira noite na Cidade Luz!


Gostaria de continuar essa viagem comigo?

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